domingo, 10 de julho de 2011

Maria mulambo da lixeira conta sua história...

Maria mulambo era filha de escrava com feudal, um senhor de muitas terras e que amava sua mãe e não tratava como escrava mais sim como esposa, por mais que existisse preconceito das pessoas da cidade por ela ser negra, mulambo não conheceu sua mãe, assim que nasceu sua mãe faleceu no parto então foi criada por seu pai com todos os luxos e mimos e todos na cidade a tratavam muito bem principalmente os mais nobres por seu pai ter muitas riquezas e poder na cidade , seu pai sofria de uma doença que não teria cura assim deixou toda sua herança para mulambo uma jovem linda e bela ,quando completou seus 18 anos perdeu seu pai de uma forma um tanto sofrida estava sozinha no mundo com tanto dinheiro mais tão infeliz , o povo da cidade quando souberam da morte de seu pai mudaram completamente com ela pois era uma morena jambo muito bonita mais para todos não passava de uma escrava que se escondia atrás de jóias eba vestidos caros , os meses foram passando e a solidão aumentando e quanto mais chorava mais triste ficava , até que resolveu sair um pouco para ver gente, mesmo sabendo que as pessoas as descriminavam , passou a andar com os humildes que por ela não tinham preconceito só admiração a chamavam de princesa dos escravos pois fazia doações generosas as famílias pobres do vilarejo , um belo dia encontrou com um rapaz muito formoso e gentil foi amor a primeira vista , então o rapaz passou a visitá-la e tirando um pouco da solidão de sua vida , e a cada dia foi ganhando mais sua confiança e amor , não demorou muito se casarão e mulambo viveu momentos felizes , naquela época as mulheres não poderia aprender a ler e nem escrever , e foi então que o pior aconteceu ! O seu sonho virou pesadelo.
Mulambo saiu como costumava fazer todos os dias para visitar as famílias e o vilarejo , quando chegou a sua mansão os escravos que a serviram por tantos anos a impediu de entrar em sua própria casa por ordem de seu marido , lhe disseram que o senhor ordenou que não deixasse entrar nem para beber água que lá ela não teria mais nada apenas a rua. Mulambo não acreditou em que estava ouvindo , pois seu amado marido a traiu e lhe roubou todos os bens .
Desnorteada vagou pelas ruas, o que machucava mulambo não foi a perda da riqueza, mais da traição de alguém que era a única pessoa que ainda teria na vida.
Se passaram dias suas roupas finas viraram farrapos , sua fisionomia ficou triste e escura mais a sua beleza era visível para todos que passavam e viam aquela mulher com a mão estendida suja e esfarrapada , passou muita fome e frio mais ainda assim o que mais lhe maltratava era a traição , passando pela mesma calçada uma mulher bonita famosa dona de cabaré olhou para mulambo e perguntou : moça és tão bela o porque esta esmolando , mulambo mal olhou para moça e nada respondeu , a moça na época chamada sete saias do cabaré fez um convite a mulambo , que se mulambo fosse com ela seria muito rica e amada por muitos homens , mulambo sem entender muito acompanhou sete saia a rainha do cabaré se arrumou e começou a fazer a vida , reconquistou o dobro da riqueza que tinha era uma das mais procuradas no cabaré ,guardou seu coração na gaveta para que fosse rigorosa e fria na hora de cobrar , fez muitos abortos e não queria ter filhos foi obrigada muitas vezes a tirar , por causa do trabalho e não saberia lidar com essa situação (por esse motivo a entidade Maria mulambo é protetora das crianças )um dia a casa estava cheia e o homem que destruiu sua vida e roubou seus bens foi conferir o boato que se alastrou pela cidade ,quando mulambo o viu seu coração galopava de uma forma absurda pois por mais que ele tivesse destruído os seus sonhos ela ainda o amava pois como ela diz (o verdadeiro amor é o único feitiço que nunca é desfeito )ele chegou perto dela e pediu perdão por tudo que tinha feito que era um tolo e queria a esposa dele de volta que foi egoísta e ambicioso , mas era para que ela entendesse que ele sempre sofreu na vida, e não teve o direito de fazer o mesmo com ela, e rapidamente marcou uma encontro com ela em uma encruzilhada afastado um pouco do cabaré a meia noite , ela respirou fundo e aceitou o convite na esperança que realmente ele tinha falado a verdade e mudado , mulambo saiu escondida com uma capa preta muito usada naquela época , chegando lá ele se Aproximou dela e disse “você foi a mulher mais linda que conheci em toda minha vida e sua beleza não dividirei com ninguém vou fazer isso por amor” derrepente apareceram mais 6 amigos a seguraram e ela a esfaqueou varias vezes e ainda viva ele a jogou em uma lixeira e a tirou fogo , assim mulambo cura a dor de pessoas que sofrem com traição e é a favor dos casais , seu Axé é caracterizado por famílias e um axé de respeito.

domingo, 3 de julho de 2011

AVISOS

VEJA NO SITE DA VOVÓ:

VOVÓ EXPLICA. - USO DE VELAS


ANIVERSÁRIOS DA SEMANA.



FOTO EXCLUSIVA DO "EXU DOS INFERNOS"

Em um “furo” de reportagem, conseguimos uma foto do tal “exu dos infernos ” mencionado por ai por um certo estudante de teologia umbandista que também se diz ‘iniciado’.
Percebam que o mesmo usa óculos, certamente simbolizando a CEGUEIRA ESPIRITUAL que atinge a grande massa umbandista.
Não mão direita, um espeto de churrasco, certamente usado para assar a carne oriunda da matança de “centena de animais diversos” e na esquerda o tradicional tridente, relembrando a encarnação em que este “exu” foi um gladiador romano.
Se algum leitor, por acaso, for um médico oftalmologista, por favor, entre em contato para tentarmos uma operação para a correção de miopia no distinto “exu”.
Não se preocupe com os chifres se desprendendo, já que esta classe de “exu”, assim como os alces, perdem os chifres nesta época do ano.
Ah!, me perdoem a falta de tolerância com tão grotesta e irreal representação de um Exu. A minha paciência para este tipo de coisa é “zero absoluto”.

BULLYING NOS TERREIROS

Bullying é um termo utilizado para descrever atos de violência física e/ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (do inglês bully, "tiranete" ou "valentão") ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo (ou grupo de indivíduos) incapaz (es) de se defender.
Recentemente, o termo entrou em evidência com o apoio da mídia e com a declaração das vitimas, que vem assumindo um papel importante para o controle desta situação.
Pois bem! Como Umbandista, procuro enxergar de dentro pra fora da religião e percebo, junto a relatos de frequentadores e trabalhadores de casas Umbandistas, que a pratica do bullying é bem clara e tratada de forma distorcida.
Boa parte da pratica do bullying é endossada ou justificada pelo ‘’guia’’. O guia fez, o guia falou, o guia mandou...Tudo isso em abraço com a tal da inconsciência.
São casos de exposição, de ameaças, de repressão e de medo, fornecidos de forma gratuita.
Todo médium que aceita essa condição, não pode ser encarado como vitima, e sim como consorte da situação.
Alguns alegam um medo extremo da situação e não têm coragem de dar queixa ou abandonar a casa. Outros, em um devaneio de fé (?), acham tudo normal e totalmente espiritual, o que acaba assim fortalecendo o processo dentro da casa.
Entidade ou Guia, orienta, não aponta o dedo.  Entidade ou Guia, sabe o que significa o voto de sigilo mediúnico, sendo assim, não expõe a vida do outro como se fosse um palco para alguns rirem e outros se amedrontarem. Entidade ou Guia, não denigre, não ofende, não xinga e nem passa por cima do próximo, faz o bem sem olhar a quem.
O processo mediúnico, religioso e espiritual dentro da Umbanda, cria condições, para todos, tratarem os seus excessos e as suas limitações. Há aqueles que abusam deste mecanismo, fazendo da sua sombra interior o coadjuvante perfeito para esta pratica hedionda.
Não aceite!
Diga não ao bullying!
Denuncie!
Forte Abraço!
Jorge Scritori

NAÇÃO XAMBÁ

Nação Xambá é uma religião afro-brasileira ativa em OlindaPernambuco. Alguns autores como Olga Caciatore (Dicionário de Cultos Afro-Brasileiros. Rio de Janeiro, Forense Universitária, 3ª Edição, 1988) e Reginaldo Prandi (Candomblés de São Paulo. São Paulo, HUCITEC, 1991) afirmam que culto Xambá no Brasil está praticamente extinto.

Historia

Com o falecimento da grande Iyalorixá do Xambá, Severina Paraíso da Silva “Mãe Biu”, como era mais conhecida em 1993, o herdeiro do trono do Xambá é o Babalorixá Adeildo Paraíso. Conhecido popularmente e pelos que fazem parte daquele terreiro como Ivo do Xambá, que convocou seus filhos de Santo: Profs. Antonio Albino, Hildo Leal e João Monteiro, para elaborarem um projeto arrojado e inovador, para o Terreiro Portão do Gelo, que seria o Memorial do Xambá, onde seriam reunidos e preservados documentos fotográficos e objetos ligados à vida e a atuação da grande líder religiosa, bem como da memória do “Terreiro Santa Bárbara Nação Xambá".
Fugindo de Maceió, capital do estado de Alagoas, no início da década de 20 do século XX, o babalorixá Artur Rosendo Pereira, de acordo com a “Cartilha da Nação Xambá” (Hildo Leal Rosa,2000), devido à perseguição política às religiões Afro-brasileiras da época, se estabelece no Recife, mais exatamente na Rua da Regeneração, no bairro de Água Fria. Antes mesmo de fugir da repressão política e ainda residindo em Maceió, obabalorixá Artur Rosendo viaja à Costa da África onde permanece por quatro anos e com Tio Antonio, que trabalhava no mercado de Dakar, noSenegal vendendo panelas, segundo René Ribeiro. E por volta de 1923, seguindo as tradições da Nação Xambá, e já em Recife, reinicia suas atividades de zelador de Orixás.
babalorixá Artur Rosendo iniciou muitos filhos de santo, tendo muitos deles aberto terreiro.
Uma de suas filhas mais notáveis foi Maria das Dores da Silva “Maria Oyá” iniciada em 1928. A saída de iyawó de Maria Oyá foi realizada sem toque dos tambores e cantada em voz baixa por causa da perseguição. Logo após a iniciação de Maria Oyá, Artur Rosendo volta para Maceió.
Em 1930Maria Oyá inaugura seu terreiro na rua da Mangueira no bairro de Campo Grande em Recife. Com a conclusão de sua iniciação em 13 de dezembro de 1932, recebe no barracão as folhas, a faca e a espada das mãos de seu babalorixá que realizou ao meio dia o ritual de coroação de Oyá no trono. Cerimônia belíssima que ate hoje é repetida mantendo a tradição Xambá de Pernambuco.
Em 1932 Maria Oyá tira seu primeiro barco de três iyawôs. Ainda em 1932 ela inicia seu segundo barco de iyawôs, este maior e iniciando principalmente Donatila Paraíso do Nascimento que em 1933 assume o cargo de Mãe Pequena do terreiro Santa Bárbara vindo a falecer em 2003 aos 92 anos e passando 60 anos de sua vida no cargo sendo mais conhecida como Mãe Tila, uma outra filha ilustre foi Lídia Alves da Silva (Talabi).
Daí em diante a sucessão de iniciações crescem, o Xambá passa a brilhar ainda mais. Quando em junho de 1935 Maria Oyá inicia nos ritos a sua mais primorosa filha, a que lhe sucederá, Severina Paraíso da Silva, “Mãe Biu”.

Ilús Abertura Religiosa - Foto: Pejigan Clô D'Ogyian
Com o passar dos anos e com a violência policial do Estado Novo cada vez mais rígida. Em 1938 Maria Oyá é obrigada a fechar seu terreiro.Terreiro esse que não mais abrira suas portas guiado por aquela que pela mãos de Artur Rosendo Pereira trouxe o Xambá para Pernambuco. Pois em 1939 Maria Oyá se despede de sua vida terrena, deixando o Xambá órfão. É ainda nesse duro período de perseguições que juntamente com as outras nações de candomblé cultuadas em Pernambuco que todos os terreiros são fechados e seus fieis tolhidos, durante 12 longos anos até 1950, daquilo que lhes é mais precioso, do culto de seus OrixásInkices e Voduns.
Porém, como depois de uma guerreira de Oyá há de vir uma outra guerreira para continuar a luta por seus ideais, pela conservação dos ritos e mitos de uma tradição, Mãe Biu de Oyá Megué reabre o terreiro Xambá em 1950 na Estrada do Cumbe, 1012 no bairro de Santa Clara na cidade do Recife. Tendo como seu babalorixa o Sr. Manoel Mariano da Silva, como Iyalorixá D. Eudoxia, como padrinho o Sr. Luiz da Guia e madrinha D. Severina. Tendo permanecido nesse endereço por apenas dez meses, no dia 7 de abril de 1951 o terreiro se muda para o atual endereço na antiga rua Albino Neves de Andrade, hoje em homenagem a sua grande Mãe Biu, rua Severina Paraíso da Silva, 65 na localidade do Portão do Gelo, bairro de São Benedito – Olinda – Pernambuco.
Com o falecimento de Mãe Biu, que durante 54 anos dirigiu o Terreiro Xambá, auxiliada por sua fiel e inseparável irmã e amiga Mãe Tila que então assume o cargo de Iyalorixá do Xambá por um período de 10 anos, tendo como babalorixá seu sobrinho carnal Adeildo Paraíso, filho carnal de Mãe Biu. Hoje em 2004 com o falecimento de Mãe Tila, assume o Trono do Xambá a Iyalorixá Maria de Lourdes da Silva de Iemanjá, iniciada por Mãe Biu em 18 de maio de 1958.
A jovem guarda do Xambá de Pernambuco orgulha-se de seu terreiro, do seu povo, de sua simplicidade sem invenções modernas, sem sequer mudar uma linha do que lhes deixou seu propulsor e suas grandes e humildes mães de santo. O terreiro Xambá está lá no no bairro Portão do Gêlo, preservado, conservado e servindo de exemplo para muitos terreirostradicionais. O Memorial do Xambá foi criado de acordo com a solicitação de seu babalorixá aos seus filhos, para contar a historia de um povo aguerrido e ordeiro. O Grupo Bongar é formado por seis percussionistas e cantores da Nação Xambá, realiza um trabalho de resgate e divulgação da cultura e religião Xambá e de sua dança tradicional o coco.[1]


Orixás

Apesar dos Orixás serem praticamente os mesmos do Candomblé, existe bastante diferença na forma de culto.
Orixás cultuados na tradição Xambá:
Exú – Ogum – Odé – Bêji – Nanã – Obaluaiê – Ewá
Xangô – Oyá – Obá – Afrekete – Oxum – Yemanjá – Orixalá


Ritual

O ritual é semelhante ao do Candomblé.
Calendário de festas:
Toque de Obaluaiê - 21 de janeiro
Toque de Oxum - 11 de fevereiro
Toque de Ogum - 29 de abril
Toque de Yemanjá - 27 de maio
Toque de Xangô - 17 de junho
Coco da Xambá - 29 de junho - Aniversário de Mãe Biu
Toque de Orixalá - 29 de julho
Aniversário do Babalorixá da Casa - Ivo do Xambá - 06 de agosto
Dia do Quilombo Urbano do Portão do Gelo[2] - 24 de setembro
Toque de Bêji - 30 de setembro
Toque do Inhame - 28 de outubro
Dia da Consciência Negra - 20 de novembro
Louvação de Oyá - 12:00 - 13 de dezembro
Toque de Oyá - 16 de dezembro
Os toques sempre são as 16 horas da tarde. Em todos os toques é servido aos filhos de santo da casa e aos convidados um café com manguzá, que é tradição da casa.
Aos visitantes:
  • Não será permitido uso de roupas pretas
  • O homem deve se vestir de calça (nunca bermuda, short ou camiseta regata)
  • A mulher deve se vestir de saia ou vestido abaixo do joelho (nunca de calça nem camiseta)


Nação Xambá homenageada

O Governo do Estado de Pernambuco e o Grande Recife Consórcio de Transporte adotaram o nome Xambá para o Terminal Integrado de Ônibus que está sendo construído próximo aoTerreiro. O Terminal Integrado de Xambá está para ser entregue e inaugurado em Agosto de 2011.
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Descubra um pedaço da África que existe em Olinda



Reprodução/TV Globo
Foto: Reprodução/TV Globo
Uma viagem a um pedacinho da África. Não precisa andar muito: é em Olinda, no bairro de São Benedito. Um lugar onde a Nação Xambá, preserva há 80 anos a cultura e a religião africanas, completados na última terça-feira (8).


“A Nação Xambá é um pedaço da África. Na minha época de criança, a gente vivia como um verdadeiro africano. A gente batia café, pegava lenha na mata, lavava roupa no rio, estendia roupa no quarador”, conta Lula da Xambá.


O Portão do Gelo é o primeiro quilombo urbano do Nordeste - o terceiro urbano do país. “Somos uma comunidade negra, de terreiro. Toda origem da África está aqui dentro da casa de Xambá”, disse Cacau da Xambá.


Uma Nação que eles fazem questão de colocar nos nomes e na dança. “Está no
sangue do meu neto, do meu filho. A gente vive todo dia gingando e se esquivando de todos os males. Capoeira é o dia-dia, é viver”, contou o mestre, músico e capoeirista Pácua.


“Aqui, a gente faz uma religião de matriz africana, e é como se eu estivesse eternizando a Nação Xambá”, disse o babalorixá tio Ivo, que faz parte de uma história que começou em Pernambuco em 1930.


“Em 1930, quando o terreiro é fundado, três famílias principais vão constituir essa comunidade. É a família de mãe Biu, de Maria Oyá e de Tia Laura”, explicou o historiador Ildo Leal Rosa.


Xambá é o nome de um povo africano. A Chambalândia é uma região perto da República dos Camarões e da Nigéria. “Em Pernambuco, foi introduzida pelo babalorixá Artur Rozendo. Ele vem para o Recife no início da década de 20. Abre o seu terreiro e passa a ter vários filhos de santo”, complementou.


“Uma vez que o candomblé, o culto que a gente pratica, foi trazido da África, o que a gente faz aqui é reproduzir o que se faz na África. Tem duas formas de você pertencer às religiões dos orixás. por sangue ou por uma ligação espiritual. No nosso caso, nós temos uma ligação espiritual com o povo Xambá, mas não temos uma comprovação ainda da nossa ligação de sangue”, contou.


”Acredito que nossa importância está no fato de sermos um dos componentes da cultura afro-brasileira, no caso afro-pernambucana, e a importância é que nós mantemos vivo um modo de vida, uma tradição religiosa, um jeito de ser que a gente sabe perfeitamente de onde veio. A nossa casa é um espelho do que a gente encontra na África. Uma comunidade que vive em família e praticando uma religião” falou.


Religião que pode ser praticada com a música, como faz o grupo Bongar. O Bongar é grupo musical dos jovens da nossa comunidade. Bongar significa busca do conhecimento espiritual. Eles já conseguiram isso, mas querem agora que outras pessoas conheçam os valores da Nação Xambá.


“A música que a gente produz é um retrato cotidiano da nossa comunidade que a gente vivencia. Só nos manteremos Nação até o dia que mantermos viva no cotidiano da nossa juventude as práticas e memórias”, falou Guitinho da Xambá.