sexta-feira, 20 de abril de 2012

VEJA NO SITE DA VOVÓ

 FESTA DE OGUM NA S.E.S.L.

 AMARRAÇÃO E SÍNDROME DE ESTOCOLMO

 TRANSPORTE E DESCARREGO NA UMBANDA

 VIDA

 PERDA DE AMORES

http://casadavovomariarosa.blogspot.com.br/

sexta-feira, 13 de abril de 2012

PARABÉNS FILHA


UM DIA UM SER DE LUZ NASCEU E ILUMINOU MINHA VIDA.
CRESCEU TRAZENDO SEMPRE A ALEGRIA E FELICIDADE NA INOCÊNCIA DE CRIANÇA. VEIO PREOCUPAÇÃO COM A EDUCAÇÃO, COM OS APRONTOS DA ADOLESCÊNCIA E OUTRAS COISAS. MAS O QUE MAIS VEIO FOI FELICIDADE DE VER CRESCER, ESTUDAR, TRABALHAR, SER FELIZ E TORNAR AS PESSOAS FELIZES. SENTIR NO CORAÇÃO A SATISFAÇÃO DE DEVER COMPRIDO. DE TER DADO A ELA OS MELHORES EXEMPLOS, A VONTADE DE LUTAR POR ALGO MELHOR. HOJE VEJO MINHA FILHA UMA MULHER DE GARRA E DETERMINAÇÃO. DE UMA BELEZA INCONDICIONAL, UMA PESSOA QUE TODOS GOSTAM E AMAM. ORGULHO-ME DE SER SEU PAI. NÃO PUDE DAR TUDO QUE QUERIA DAR MAS TENHO CERTEZA QUE O QUE DEI FOI O MELHOR DE MIM. E COM CERTEZA NOSSO PAI OXALÁ DARÁ A VOCÊ FILHA TUDO AQUILO QUE VOCÊ PRECISA, PORQUE VOCÊ MERECE TUDO DE BOM NESTA VIDA. CONTINUE ILUMINADA COMO SEMPRE FOI DESDE QUE NASCEU.
FELIZ ANIVERSÁRIO.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

IMAGINE


Imagine um abraço fraterno em 360 graus: isso é Umbanda.

Imagine uma vela acesa com Fé gerando mais energia que uma usina nuclear: isso é Umbanda.

Imagine Divindades, Anjos, Babalaôs, Pajés, Cientistas, Curadores, Trabalhadores da Caridade de todas as épocas e culturas voltando à Terra para restaurar a Paz e a Lei Maior: isso é Umbanda.

Imagine a última peça que falta no milenar “quebra-cabeça” que compõe a sua Alma: isso é Umbanda.

Imagine traumas, neuroses, fobias, vírus e bactérias físicas e astrais sendo dissolvidos na baforada de um cachimbo: isso é Umbanda.

Imagine a Pemba traçando e reproduzindo os Códigos Sagrados da Criação: isso é Umbanda.

Imagine as farofas de Exu promovendo a harmonia entre Luz e Trevas: isso é Umbanda.

Imagine o médium descalço vestido de branco iluminando-se por dentro: isso é Umbanda.

Imagine o consulente confortado e esclarecido subindo mais um degrau evolutivo: isso é Umbanda.

Imagine o Homem servindo a Natureza e a Natureza servindo o Homem: isso é Umbanda.

Imagine o sal das lágrimas misturando-se ao Sal do Mar, ventre de Iemanjá: isso é Umbanda.

Imagine a flecha certeira de Oxossi alinhando a Razão, a Emoção e a Ação: isso é Umbanda.

Imagine a espada de Ogum abrindo caminho no cipoal das ilusões humanas: isso é Umbanda.

Imagine o machado de Xangô aparando as arestas do Karma Planetário: isso é Umbanda.

Imagine Oxalá retirando os espinhos de teu coração, e Oxum cobrindo com mel os teus ferimentos: isso é Umbanda.
Agora deixe de imaginar...

Pois tudo isso não é sonho, é realidade vivida e sentida a toda hora, todo dia,
ao som de um belo ponto cantado.
No abraço do Caboclo
No toque do Preto Velho
Na brincadeira da Criança
No olhar do Exu Guardião
No sorriso do Baiano
Na amizade de Ciganos
No laço do Boiadeiro...

...ISSO É UMBANDA!!!



Texto postadono Blog da Elaine Lara (RBU):


http://www.rbu.com.br/profiles/blogs/i-m-a-g-i-n-e

sexta-feira, 6 de abril de 2012

ADEUS DEFENSOR


No último dia 29 de março, às 18 horas, meu irmão, Átila Nunes Neto, com apenas 39 anos de idade,fez sua passagem, abatido por um câncer.
Durante sete meses, quando soube da doença, meu irmão lutou como um bravo. Inteligentíssimo, Átila Nunes Neto era o orgulho de nossa família: justo, humano e dotado de uma extraordinária espiritualidade.
Átila Nunes Neto dedicou sua vida à dois objetivos: a luta contra a intolerância religiosa e à defesa do consumidor.
Somos uma família de espiritualistas e cremos que o espírito sobrevive.
Por isso, eu lhe peço, em meu nome e de meus pais, que pense sempre no Átila Nunes Neto como um ser humano que, na sua vida material, só deixou liçoes inesgotáveis de solidariedade ao seu semelhante.
ÁTILA A. NUNES
A luz é eterna para quem tem fé.

terça-feira, 27 de março de 2012

POR QUE PEDIMOS SILÊNCIO NO TERREIRO



Atente para o que você fala. Boas palavras são as que edificam, elevam e agradam. Más palavras são as que destroem, rebaixam e machucam. O que sai da boca é força criadora.

Provindos de Deus, os orixás são os grandes criadores, e se expressam pelo som. A palavra é, portanto, um dos meios de manifestação do Divino na Terra, e quando proferida passa a produzir efeitos; não há como fazê-la retornar. Por isso, ao adentrar um terreiro de umbanda, pense antes de falar.

Pense novamente e evite excessos, pois muito antes de sua chegada os falangeiros dos orixás já estão organizando, em nível astral, todo o aparato necessário para providenciar o socorro e a cura dos espíritos doentes e sofredores. Os meios necessários para a defesa desse "hospital de almas" são ativados com a finalidade de conter os ataques trevosos que a casa irá receber antes, durante e depois da sessão. Portanto, não seja o porta-voz das sombras, trazendo desarmonia para o ambiente. Facilite o trabalho, não julgando nada, não emitindo opinião, ou melhor, adotando uma postura de imparcialidade diante do momento existencial e da dor de cada um.

Como você não sabe de seu passado, então deve vigiar os seus pensamentos e as suas palavras. Deve regrar-se pela verdade e pela sensatez; regular o tom de voz, falando mais baixo, e ser delicado com as pessoas.

Médium trabalhador, é seu dever transmitir paz, certeza, carinho e alegria aos que chegam. Tudo o que você fala precisa ser digno de ser ouvido por nós do "lado de cá", singelos obreiros dos orixás.

Lembre-se sempre disso e fale aos outros como se estivesse falando direto a Deus ao pisar num terreiro de umbanda.


Exu Tiriri

domingo, 19 de fevereiro de 2012

MÉDIUNS SENSACIONALISTAS


A frase de João Batista: "É necessário que Ele cresça, e que eu diminua", tem atualidade no comportamento dos médiuns de todas as épocas, especialmente em nossos dias tumultuados. 

À semelhança do preparador das veredas, o médium deve diminuir, na razão direta em que o serviço cresça, controlando o personalismo, a fim de que os objetivos a que se entrega assumam o lugar que lhes cabe.

A mediunidade é faculdade neutra, a que os valores morais do seu possuidor oferecem qualificação.
Posta a serviço do sensacionalismo entorpece os centros de registro e decompõe-se. Igualmente, em razão do uso desgovernado a que vai submetida, passa ao comando de Entidades, perversas e frívolas, que se comprazem em comprometer o invigilante, levando-o a estados de desequilíbrio como de ridículo, por fim, ao largo do tempo, empurrando o médium para lamentáveis obsessões.
Entre os gravames que a mediunidade enfrenta, a vaidade e o personalismo do homem adquirem posição de relevo, desviando-o do rumo traçado, conduzindo-o ao sensacionalismo inquietante e consumidor. 

Neste caso. o recolhimento, a serenidade e o equilíbrio que devem caracterizar o comportamento psíquico do médium cedem lugar à inquietação, à ansiedade, aos movimentos irregulares das atrações externas, passando a sofrer de irritação, devaneios, e à crença de que repentinamente se tornou pessoal especial, irrepreensível e irreprochável, não tendo ouvidos para a sensatez nem discernimento para a eqüidade.

Torna-se absorvido pelos pensamentos de vanglória, e, disputado pelos irresponsáveis que lhe incensam o orgulho, levam-no à lenta alucinação, que o atira ao abismo da loucura.

A faculdade mediúnica é transitória como outra qualquer, devendo ser preservada mediante o esforço moral de seu possuidor, assim tornando-se simpático aos Bons Espíritos que o inspiram à humildade, à renuncia, à abnegação.

Quando ao personalismo sensacionalista domina o psiquismo do homem, naturalmente que o aturde, tornando-se mais grave nos sensores mediúnicos cuja constituição delicada se desarticula ao impacto dos choques vibratórios dos indivíduos desajustados e das massas esfaimadas, insaciadas, sempre à cata de novidades e variações, sem assumirem compromissos dignificantes.
S. João Bosco, portador de excelentes faculdades mediúnicas, resguardava-as da curiosidade popular, utilizando-as com discrição nas finalidades superiores. 

Santa Brigida, da Suécia, que possuía variadas expressões mediúnicas, mantinha o pudor da humildade, ao narrar os fenômenos de que se fazia objeto.

José de Anchieta, médium admirável e curador eficiente, agia com equilíbrio cristão, buscando sempre transferir para Jesus os resultados das suas ações positivas.

S. Pedro de Alcântara, virtuoso médium possuidor de vários "dons", ocultava-os, a fim de servir, apagado, enquanto o Senhor, por seu intermédio, se engrandecia.

Santa Clara de Montefalco procurava não despertar curiosidade para os fenômenos mediúnicos de que era instrumento, atribuindo-os todos à graça divina de que se reconhecia sem merecimento.

Os médiuns que cooperaram na Codificação do Espiritismo, sensatamente anularam-se, a fim de que a Doutrina fixasse nas almas e vidas as bases da verdade e do amor como formas para a aquisição dos valores espirituais libertadores.

Todo sensacionalismo altera a face do fato e adultera-lhe o conteúdo.

Quando este se expressa no fenômeno mediúnico corrompe-o, descaracteriza-o e põe-no a serviço da frivolidade.

Todos quantos se permitiram, na mediunidade, o engano do sensacionalismo, não obstante as justificações sob as quais se resguardam, desceram as rampas do fracasso, enganados e enganando aqueles que se deixaram fascinar pelos seus espetáculos, nos quais, o ridículo passou a figurar. 

O tempo, este lutador incessante, encarrega-se de aferir os valores e demonstrar que a "árvore" que o Pai não plantou "termina" por ser arrancada.

Quando tais aficionados da mediunidade bulhenta se derem conta do erro, caso isto venha acontecer, na Terra, possivelmente, o caminho de retorno à sensatez estará muito longo e o sacrifício para percorrê-lo os desencorajará.

Diante do sensacionalismo mediúnico, recordemo-nos de Jesus, que após os admiráveis fenômenos de socorro às massas jamais aceitava o aplauso, as homenagens e gratulações dos beneficiários, recolhendo-se à solidão para, no silêncio, orar, louvando e agradecendo ao Pai, a Eterna Fonte geradora do Bem.

Vianna de Carvalho (espírito)
Mensagem psicografada por Divaldo P. Franco em 1989,
transcrita em o Reformador

Guardiã Rosa Negra


A Pombagira Rosa Negra pertence à falange de Dona Rosa Caveira. Contou-me que sua última encarnação foi uma escrava em uma fazenda na Bahia. Adotou o nome Rosa por pertencer à falange de Rosa Caveira, e Negra, devido a sua última encarnação, como escrava, numa alusão à sua pele. Existem muitas Pombagiras Guardiãs, que se apresentam como mulheres negras. Como bela negra que era, sofreu muito com os abusos sexuais por parte de seu senhor e feitores. Para vingar-se, utilizava a magia negra contra o seus agressores. Morreu aos 28 anos, vítima de doença venérea. O desencarne, aliviou o sofrimento da carne, mas não o da alma. Dona Rosa Negra hoje, arrependida, dos males que causou com seus feitiços, trabalha para sua evolução como Pombagira na Falange de Dona Rosa Caveira. Não se interessa muito pelos romances, atua nos casos de proteção contra contra magos negros. Não recebe oferendas, pois age somente com o mando e permissão de Dona Rosa Caveira. Dona Rosa Negra se encontra hoje em paz, buscando evoluir cada vez mais.
Trabalha na linha das almas e faz parte da falange do Exú Caveira. Ela viveu aproximadamente á 2.300 anos antes de Cristo, na região da Mongólia, os seus pais eram agricultores e tinham muita terra. Ela era uma das 7 filhas do casal, seu nascimento deu-se na primavera e sua mãe tinha um jardim muito grande de rosas vermelhas e amarelas, que rodeava toda sua casa. E foi nesse jardim, onde ocorreu seu parto. Seus pais além de serem agricultores, também eram feiticeiros, mas só praticavam o bem para aqueles que os procuravam, sua mãe tinha muita fé em um cruzeiro que existia atrás de sua casa no meio do jardim, onde seus parentes eram enterrados. No parto da Rosa Caveira, a mãe estava com problemas, estava perdendo muito sangue e podendo morrer . Foi quando a avó da Rosa Caveira quejá havia falecida há muito tempo, e estava sepultada naquele cemitério atrás de sua casa, vendo o sofrimento de sua filha, veio espiritualmente ajuda-la no parto, conseguiu dar a luz a Rosa Caveira, e como prova de seu amor a neta, sua avó, colocou em sua volta, várias Rosas Amarelas e pediu a sua filha que a batiza-se com o nome de Rosa Caveira, pelo fato dela ter nascido em um jardim repleto de Rosas e em cima de um Campo Santo e também pela aparência astral de sua mãe que aparentava uma caveira. E em agradecimento a ajuda da mesma, ela colocou uma Rosa Amarela em seu peito e segurando a mão de sua mãe, a batizou com o nome de Rosa Caveira do Cruzeiro
Ela cresceu com as irmãs, mas sempre foi tratada de modo diferente pela suas irmãs, sempre quando chegava a data de seu aniversário sua avó ia visitá-la espiritualmente e por causa destas visitas e carinho que seus pais tinham a ela, suas irmãs começaram a ficar com ciúmes e começaram a maltratar Rosa, debochar dela, dizer que ela era amaldiçoada pois havia nascido em cima de um Campo Santo e seu parto feito por uma morta.E a cada dia que se passava, Rosa ficava com mais raiva de suas irmãs. Então ela pediu para seus pais, que ensinasse a trabalhar com magia, mas não para fazer maldade, mas sim para sua própria defesa, e ajuda de pessoas que por ventura a fosse procurar. Sua avó vinha sempre lhe dizer que ela precisaria se cuidar, pois coisas muito graves estariam para acontecer. Seu pai muito atencioso a ensinou tudo o que sabia, e também ensinou-a a manejar espadas, lanças, punhais. Sua mãe lhe ensinou tudo o que poderia ser feito com ervas, porções, perfumes, e principalmente o que se poderia fazer em um Cruzeiro.

Os Toques do Candomblé


“O som é a primeira relação com o mundo, desde o ventre materno. Abre canais de comunicação que facilitam o tratamento. Além de atingir os movimentos mais primitivos, a música actua como elemento ordenador, que organiza a pessoa internamente”

O som é o condutor do Axé do Orixá, é o som do couro e da madeira vibrando que trazem os Orixás, são sinfonias africanas sem partitura.
Os Atabaques, são os principais instrumentos da música do Candomblé, cuja execução é da responsabilidade dos Ogãs.
São de origem africana, usados em quase todos rituais, típicos do Candomblé. De uso tradicional na música ritual e religiosa, são utilizados para convocar os Orixás. 
O Atabaque maior tem o nome de Rum, o segundo tem o nome de Rumpi e o menor tem o nome de Le. 
Os atabaques no candomblé são objectos sagrados e renovam anualmente esse Axé. São usados unicamente nas dependências do terreiro, não saem para a rua como os que são usados nos Afoxés, estes são preparados exclusivamente para esse fim. 
As membranas dos atabaques são feitas com os couros dos animais que são oferecidos aos Orixás: independente da cerimónia que é feita para consagração dos mesmos quando são comprados (o couro que veio da loja geralmente é descartado), só depois de passar pelos rituais é que poderão ser usados no terreiro. 
Os atabaques do candomblé só podem ser tocados pelo Alagbê (nação Ketu), Xicarangoma (nações Angola e Congo) e Runtó (nação Jeje) que é o responsável pelo Rum (o atabaque maior), e pelos Ogãs nos atabaques menores sob o seu comando. 
É o Alagbê que começa o toque, e é através do seu desempenho no Rum que o Orixá vai executar a sua coreografia de dança, sempre acompanhando o floreio do Rum.

O Rum é que comanda o Rumpi e o Le. 
O Agogô, tocado para marcar o Candomblé, também de tradição Alaketo, chama-se Gan. As Varetas usadas para tocar o Candomblé nos Atabaques, chamam-se Aguidavis. Também se utiliza ainda o Xequerê. 

Nomes dos Toques dos Orixás na Nação Ketu:

 ADABI – Bater para nascer é seu significado. Ritmo sincopado dedicado a Exú. 
ADARRUM – Ritmo invocatório de todos os Orixás. Rápido, forte e contínuo marcado junto com o Agôgô. Pode ser acompanhado de canto especialmente para Ogum.
AGUERE – Em Yorubá significa “lentidão”. Ritmo cadenciado para Oxóssi com andamento mais rápido para Iansã. Quando executado para Iansã é chamado de “quebra-pratos” 
ALUJÁ – Significa orifício ou perfuração. Toque rápido com características guerreiras. É dedicado a Xangô. 
BRAVUM – Dedicado a Oxumaré .Ritmo marcado por golpes fortes do Run. 
HUNTÓ ou RUNTÓ – Ritmo de origem Fon executado para Oxumaré. Pode ser executado com cânticos para Obaluaiê e Xangô 
IGBIN – Significa Caracol. Execução lenta com batidas fortes. Descreve a viagem de um Ancião. É dedicada a Oxalufã. 
IJESA – Ritmo cadenciado tocado só com as mãos. É dedicado a Oxum quando sua execução é só instrumental. 
ILU – Termo da língua Yorubá que também significa atabaque ou tambor 
BATA – Batá significa tambor para culto de Egun e Sangô . Ritmo cadenciado especialmente para Xangô. Pode ser tocado para outros Orixás. Tocado com as mãos. 
KORIN- EWE – Originário de Irawo, cidade onde é cultuado Ossain na Nigéria. O seu significado é “Canção das Folhas”. 
OGUELE – Ritmo atribuído a Obá. Executado com cânticos para Ewá. 
OPANIJE – Dedicado a Obaluaiê, Onile e Xapanã. Andamento lento marcado por batidas fortes do Run. Significa “o que mata e come” 
SATÓ – A sua execução lembra o ritmo Bata com um andamento mais rápido e marcado pelas batidas do Run. Dedicado a Oxumaré ou Nanã. Significa a manifestação de algo sagrado. 
TONIBOBÉ – Pedir e adorar com justiça é o seu significado. Tocado para Xangô.

SIMBOLOGIA OS ANIMAIS PARA OS CIGANOS


Os ciganos reconhecem nos animais, através de sua natureza, suas qualidades, seus códigos, suas leis e, assim, inspiraram-se neles para estabelecer sinais secretos de comunicação com a sabedoria. 

Águia
Representa a liberdade, a altivez, a força para ser livre.
Seu símbolo é o alvo a ser atingido. 

Garça
È considerada uma ave cigana por ser incapaz de verter lágrimas de dor.
È uma ave sagrada. 

Rato
Símbolo de perdas e prejuízos, problemas de saúde. 

LOBO
Símbolo de força, lealdade e honra, pois só mata para se alimentar ou para eliminar um adversário.
Antigamente os lobos eram companheiros dos ciganos e não atacavam seus cavalos por lealdade. 

SAPO
Simboliza a sabedoria, luz e feminilidade, potencial magnético ( usado para magias ). 

GATO
Representa a prudência, cautela, paciência, capacidade de esperar o momento certo, independência e disponibilidade 

POMBA
Desprezada pelos ciganos, pois não tem vontade própria e se deixa domesticar e abater sem resistência.
A pomba tem também grande significado se ela for escura, serve na magia, para afastar espíritos malignos; se for branca, representa a pureza, humildade, simplicidade, é ave conciliadora. 

CORVO
Representa a justiça, boa sorte e sabedoria, é o único animal que se prejudicar seu semelhante, suicida-se. Para o cigano, mais vale morrer, do que viver sem honra. 

SERPENTE
Significa a força, energia, feminilidade, sexo, boa sorte. 

LAGARTO
Símbolo da fragilidade, pois perde a cauda quando o querem pegar.

fonte:pesquisa Day Paes

A ENERGIA OCULTA DAS PLANTAS


É possível ter em casa, na horta, no jardim ou em um simples vaso uma fonte pura de energia, capaz de emanar bons fluidos. Para isso, basta plantar uma folhagem, uma erva, uma flor. Algumas espécies são mágicas! 

O fascínio pelas plantas e sua energia benéfica está na ordem do dia. Hoje, ninguém mais é considerado lunático se for surpreendido conversando com seu vasinho de flores preferido. Ou mesmo se, passeando por um parque, tiver o impulso irresistível de abraçar uma árvore centenária, só para lhe "roubar" um pouquinho de energia. 

Há quem diga que são os ventos da Nova Era, com a chegada do terceiro milênio, que trazem essa nova consciência, menos racional e mais intuitiva, em sintonia com as vibrações da natureza. O fato é que, na roda do tempo, a magia que envolve o verde não tem idade. 

Por transmitirem sensação de bem-estar e conforto, as plantas sempre foram companhia obrigatória nos diferentes momentos da vida. Seja num simples jantar, na comemoração de nascimento, em casamentos, ou na morte. 

Muitas espécies estão carregadas de simbolismos desde a Antiguidade, quando eram oferecidas aos deuses como prova de adoração. Um exemplo é o alecrim (Rosmarinus officinalis), que pela facilidade de reprodução de seus galhos, era usado pêlos egípcios para confeccionar coroas, ofertadas para Ísis. Reconhecia-se, assim, a fertilidade que a deusa e a planta simbolizavam. 

Algumas, por outro lado, têm justamente na beleza exótica de suas flores a explicação de como essa força energética atua positivamente no homem. O lírio (Lilium candídum), símbolo da pureza da alma, sempre é lembrado na proteção contra bruxarias e encantamentos. O lírio-da Espanha (Íris xiphium) tem no nome uma alusão à deusa íris, divindade do arco-íris e mensageira dos deuses. O lótus (Nelumbo nucifera) era planta sagrada do alto Egito e atributo dos deuses nas religiões orientais evocando a vida eterna. O maracujá (Passiflora wacrocarpa) já foi muito plantado nos cemitérios, à volta do túmulos. Acreditava-se que sua flor de formas inusitadas, era um sinal divino: as pétalas circulares e de pontas afiadas lembram uma coroa de espinhos; os três estigmas do centro evocam os cravos usados na crucificação de Cristo, daí o nome "flor da paixão". Já a recatada malícia da dormideira (Mimosa pudica) apresenta um comportamento incomum para quem acredita que as plantas não têm movimento: a um leve toque, suas folhas se recolhem, como se estivessem murchas. 

fonte:os 7 elementos

A VERDADEIRA CARIDADE


A Caridade sem dúvida é o princípio base da Umbanda, junto com a humildade e a paz formam os fundamentos principais. Mas o que vemos em templos, tendas e terreiros é a distorção da verdadeira Caridade.
Algumas casa se privam apenas a praticar a caridade perante os consulentes na assistência. Qual Caridade é essa, doar o tempo para que a entidade se manifeste? Infelizmente enxergamos em muitos lugares que o propósitos de muitos médiuns não é a caridade e sim usam da entidade e da mediunidade escoras e muletas para vaidades, orgulhos, soberbias e pior ainda para a imposição do medo. Nessas horas me pergunto será que é isso que nós entidades nos despusemos a fazer nos templos, em vez de nos manifestarmos par ajudar o próximo viemos em terra para causar intrigas, brigas e desavenças. 
Ora nós espíritos do bem não nos prestamos a fetiches e vontades das matérias que usamos, somo espíritos em busca da evolução, alguns afirmam que viemos para fazer o bem e o mal, mas isso é MENTIRA. Nós só praticamos o bem, a caridade e fazemos trabalhos ditados por Deus. Ora o que teriámos a ganhar por desfazer um casamento? Ou pior por amarrar uma pessoa?
Nós entidades vendemos nossa luz por uma garrafade pinga numa esquina? Não queridos filhos, nós entidades não nos prestamos a trabalhinhos pois isso não nos evoluirá. Deus a energia criadora é que nos dá força. Nós trabalhamos pra Deus sim, pois foi Ele que nos criou, foi Ele que nos amou e é Ele a quem somos subordinados.
Por isso digo, você que se preocupa em tantas firmezas espirituais, escudos energéticos, a âncora maior de um casa de oração é a caridade pura, é lá que mora a maior firmeza, pois é ali que há o verdadeiro propósito, por isso você como Sacerdote tem a OBRIGAÇÃO de praticar a caridade, tem a RESPONSABILIDADE de ajudar o próximo pois somente assim você realmente estará buscando sua evolução. Você médium em desenvolvimento, entenda que ajudando uma casa, dando carinho a quem precisa uma palavra em boa hora, será a sua maior evolução, muitos pensam que nós entidades moramos nos templos, mas não nós vivemos com nossas matérias, sabemos 24 horas o que se passa com vocês, por isso cuidado, não seja santinho no Templo e um errado fora, seja um verdadeiro Sacerdote todo o tempo.
Outro ponto relevante, é que você se lembre de antes de ajudar um terceiro respeite sua familia, ame seus familiares pois é ali que mora um dos maiores carmas, é com eles que seu resgate começa e é maior. Que Deus esteja com todos vocês.


Exu Lord Corcunda

Médium: Pai Léo Del Pezzo

Que Oxalá nos abençoe sempre


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