terça-feira, 15 de novembro de 2011
AS DEZ COISAS QUE OS SERES DAS SOMBRAS MAIS GOSTAM QUE VOCÊ FAÇA
1. - Que você minta, que não viva a verdade em cada ato, que não faça da vida aquilo que gosta, que procure preponderar os interesses materiais em relação aos conscienciais e que jamais cumpra com a sua palavra.
2. - Que você tenha muita dúvida, que sinta-se inseguro o tempo todo e que não tenha fé na vida, nas pessoas e nas possibilidades que o universo nos oferece.
3. - Que você não estabeleça uma conexão com a Fonte Divina ou Deus. Que você acredite que só se vive uma vida. Em especial que você se concentre em aproveitar a vida no sentido de apenas se divertir o tempo todo, principalmente, que você não dê atenção à evolução do amor e da consciência. Quanto menos você pensar e agir no sentido de realizar a missão da sua alma, que é o propósito da sua existência, mais você agrada os seres das sombras e mais você facilita o trabalho deles.
4. - Que você não se preocupe jamais com os outros. Que não pense em caridade, em bem-estar alheio, em colaborar para a formação de uma sociedade mais digna e elevada. Quanto mais você pensa unicamente nos seus interesses mundanos, mais você agrada e facilita o trabalho das sombras.
5. - Que você jamais perdoe, que sinta muita raiva e desejo de vingar-se das pessoas as quais lhe fizeram mal. Além disso, que você faça valer a sua palavra a qualquer preço, sem compaixão, sem paciência e sem respeito. O tipo de campo de energia produzido por esses sentimentos alimenta muito a força dos seres das sombras, oferecendo a eles alimento, energia e campo de ação para suas investidas nefastas.
6. - Que você jamais estude e que nunca busque o desenvolvimento de seus potenciais. Em especial que você seja acomodado, preguiçoso e sem iniciativa. Quanto menos você cuidar do seu corpo, da sua mente, das suas emoções e do seu espírito, mais você ajudará a facilitar o trabalho das sombras. Quanto mais alienado e cético você for, melhor!
7. - Que você seja fanático, determinista, inflexível, convicto e fascinado. Quanto menos tolerância, equilíbrio, leveza e sensatez você tiver nos seus atos, mais você contribuirá para as estratégias dos seres das sombras.
8. - Que você elimine da sua vida a oração, a meditação e qualquer tipo de prática espiritual. De preferência que você substitua essas práticas por vícios como drogas, álcool, fumo, alimentação desequilibrada, jogos e sexo promíscuo. Quanto mais você abandonar práticas saudáveis, mais você contribuirá para abrir a porta de acesso que liga os seres das sombras até você.
9. - Que a sua disciplina seja muito ruim e que você nunca tenha persistência para seguir seus objetivos, para realizar suas práticas diárias de conexão com Deus e que nunca tenha perseverança em seguir os seus sonhos.
10. - Que jamais acredite na sua intuição e que siga apenas a voz da razão e que não confie em nada, absolutamente nada que não seja comprovado cientificamente ou que não tenha relevância acadêmica. Em especial, que você abandone a sua sensibilidade de perceber as coisas e situações, acreditando apenas no que você vê com os próprios olhos. De preferência, quando situações ruins acontecerem em sua vida, vitimize-se e rapidamente encontre um culpado, que certamente não deve ser você.
Não quer alimentar atitudes que atraiam obsessores ou seres das sombras para a sua vida?
Quer construir um estilo de vida que lhe faça feliz?
Quer estar em sintonia com as Fontes Divinas?
Então, faça um exame de consciência e elimine da sua vida esses comportamentos citados anteriormente.
Eliminando esses erros comuns você certamente dará um importante passo na conquista de uma vida cheia de bênçãos e bem aventurança!
por Edenilson Francisco
2. - Que você tenha muita dúvida, que sinta-se inseguro o tempo todo e que não tenha fé na vida, nas pessoas e nas possibilidades que o universo nos oferece.
3. - Que você não estabeleça uma conexão com a Fonte Divina ou Deus. Que você acredite que só se vive uma vida. Em especial que você se concentre em aproveitar a vida no sentido de apenas se divertir o tempo todo, principalmente, que você não dê atenção à evolução do amor e da consciência. Quanto menos você pensar e agir no sentido de realizar a missão da sua alma, que é o propósito da sua existência, mais você agrada os seres das sombras e mais você facilita o trabalho deles.
4. - Que você não se preocupe jamais com os outros. Que não pense em caridade, em bem-estar alheio, em colaborar para a formação de uma sociedade mais digna e elevada. Quanto mais você pensa unicamente nos seus interesses mundanos, mais você agrada e facilita o trabalho das sombras.
5. - Que você jamais perdoe, que sinta muita raiva e desejo de vingar-se das pessoas as quais lhe fizeram mal. Além disso, que você faça valer a sua palavra a qualquer preço, sem compaixão, sem paciência e sem respeito. O tipo de campo de energia produzido por esses sentimentos alimenta muito a força dos seres das sombras, oferecendo a eles alimento, energia e campo de ação para suas investidas nefastas.
6. - Que você jamais estude e que nunca busque o desenvolvimento de seus potenciais. Em especial que você seja acomodado, preguiçoso e sem iniciativa. Quanto menos você cuidar do seu corpo, da sua mente, das suas emoções e do seu espírito, mais você ajudará a facilitar o trabalho das sombras. Quanto mais alienado e cético você for, melhor!
7. - Que você seja fanático, determinista, inflexível, convicto e fascinado. Quanto menos tolerância, equilíbrio, leveza e sensatez você tiver nos seus atos, mais você contribuirá para as estratégias dos seres das sombras.
8. - Que você elimine da sua vida a oração, a meditação e qualquer tipo de prática espiritual. De preferência que você substitua essas práticas por vícios como drogas, álcool, fumo, alimentação desequilibrada, jogos e sexo promíscuo. Quanto mais você abandonar práticas saudáveis, mais você contribuirá para abrir a porta de acesso que liga os seres das sombras até você.
9. - Que a sua disciplina seja muito ruim e que você nunca tenha persistência para seguir seus objetivos, para realizar suas práticas diárias de conexão com Deus e que nunca tenha perseverança em seguir os seus sonhos.
10. - Que jamais acredite na sua intuição e que siga apenas a voz da razão e que não confie em nada, absolutamente nada que não seja comprovado cientificamente ou que não tenha relevância acadêmica. Em especial, que você abandone a sua sensibilidade de perceber as coisas e situações, acreditando apenas no que você vê com os próprios olhos. De preferência, quando situações ruins acontecerem em sua vida, vitimize-se e rapidamente encontre um culpado, que certamente não deve ser você.
Não quer alimentar atitudes que atraiam obsessores ou seres das sombras para a sua vida?
Quer construir um estilo de vida que lhe faça feliz?
Quer estar em sintonia com as Fontes Divinas?
Então, faça um exame de consciência e elimine da sua vida esses comportamentos citados anteriormente.
Eliminando esses erros comuns você certamente dará um importante passo na conquista de uma vida cheia de bênçãos e bem aventurança!
por Edenilson Francisco
Puxada, ou quando a corda não precisa carregar caçamba extra - I
Este texto nasceu da experiência trocada entre os participantes de comunidade Umbanda Sem Medo, sobre um assunto que pesquisando, pouco se encontrou discutido e aprofundado e cremos tem pertinência para o dia dia de muitos. Como mero escriba, deixo especial agradecimento para ANA, Cris, Cláudio Zeus e Fernando.
Estamos falando das famosas puxadas, que é o ato de trazer para um ou mais médiuns, cargas energéticas ou presenças espirituais deletérias dos campos áuricos das pessoas. Este tipo de médium para muitos é conhecido como médium ponte. O termo puxada também é usado para denominar quando ocorre a aproximação da entidade protetora e o Guia da Casa auxilia o médium em desenvolvimento a manifestá-la.
Outro esclarecimento importante, muitos terreiros se apropriam de termoskardecistas para ilustrarem suas práticas, a puxada em Umbanda, também é conhecida como transporte, e o médium por sua vez denominado médium de transporte, porém sem conhecerem devidamente o que isto quer dizer. Encontramos no Livro dos Médiuns, Cap. V, Manifestações Físicas Espontâneas, O Fenômeno de Transporte, em resumo;
“Consiste no transporte espontâneo de objetos que não existem no lugar da reunião. Trata-se geralmente de flores, algumas vezes de frutos, de confeitos , de joias, etc.”
Cremos não ser preciso detalhar mais a explicação para que se configure a enorme diferenciação entre o significado original e o atribuído em Umbanda.
Uma pequena ilustração para que nos sirva de introdução a alguns posicionamentos e descrição de condutas sobre a puxada;
“Reconheci que o processo de incorporação comum era mais ou menos idêntico ao da enxertia da árvore frutífera. A planta estranha revela suas características e oferece seus frutos particulares, mas a árvore enxertada não perde sua personalidade e prossegue operando em sua vitalidade própria.” Missionários da Luz, Cap. Incorporação – André Luiz
Para que a puxada tenha objetivo e finalidade correta é importante ressaltar;
1- Que exista mediunidade de fato (não seja um anímico);
2- Não tenha medo, e confie naqueles que vão ampará-lo neste trabalho, tanto na parte material como na espiritual - se não confiar, nem é bom tentar;
3- Tenha recebido treinamento adequado ou, se for iniciante, que tenha à sua volta uma corrente muito bem firmada por espíritos que tenham este tipo de treinamento;
4- Que saiba controlar moderadamente as atitudes do "puxado" para que não haja excessos. O exemplo da ilustração acima em azul é uma pista;
5- Tenha protetores de fato que tanto o prepare para a (s) puxada (s) quanto para a limpeza posterior, sempre necessária (fator imprescindível);
6- Entenda que ele é um intermediário e que está ali para permitir ou facilitar o contato do obsessor com os espíritos que vão encaminhá-lo depois e que, por isto mesmo, não pode entrar em sintonia máxima com o obsessorsob pena de dificultar a sua retirada por parte dos espíritos auxiliares em casos em que esses obsessores se tornam ou se mostram muito obstinados.
No processo de puxada, dependendo muito do treinamento do médium para isto, ele vai sentir a aproximação; vai sentir a "entrada" da entidade até o ponto em que ele médium permitir, sem perder a consciência. Mantendo-a, mesmo que parcialmente, não poderá deixar que todas as sensações "físicas" da entidade, bem assim como os comportamentos sejam expostos em toda a sua plenitude, fato este que denotará que, mesmo parcialmente incorporado, o dono do corpo é ele - o médium - o que fará ver à entidade que "ela não é tão forte como quer parecer", nos casos em que isto se torna evidente.
Se o médium se deixar comandar totalmente é sinal de que ele é "mais fraco" que a entidade, o que por si só já transmite a ela a idéia (quase sempre correta) de que pode "mandar no pedaço" e fazer o que bem quer com este médium.
Se o médium se deixar comandar totalmente é sinal de que ele é "mais fraco" que a entidade, o que por si só já transmite a ela a idéia (quase sempre correta) de que pode "mandar no pedaço" e fazer o que bem quer com este médium.
Indicação Chave: Neste tipo de processo, tudo o que o médium não pode é FICAR TENSO. Pelo contrário, deve deixar fluir por seu corpo todas as sensações que forem necessárias de uma forma que ele mesmo não acabe prendendo-as e com isto continue a senti-las após a saída do "invasor". Se sentir enjoo, não deve se ligar a ele; se sentir ânsia de vômitos não deve forçá-lo, mas se ele vier, deve deixar vir o mais naturalmente possível, sem se importar com o que os outros vão pensar porque, de outra forma, prenderá toda a energia que provoca a ânsia dentro de si dificultando o trabalho dos espíritos que o assistem de fora. De uma forma geral, num processo bem coordenado, essas sensações (e possíveis outras) PASSAM pelo médium e, se ele não as bloquear dentro de si por tensões e medos, vão embora assim como vieram.
Liberdade de comando do corpo só se dá aos espíritos seguramente amigos (Ou seja, seus Protetores de fato e direito) e nunca aos que apenas passam por nós, temporariamente, para que possam vir a ser encaminhados. Questão de segurança!
Os médiuns mais antigos que não tiveram este tipo de treinamento inicial, costumam ter maiores dificuldades e às vezes não conseguem se livrar de todas as sensações que esses espíritos trazem consigo e passando mal, após, por conseguinte. Em casos mais problemáticos, digamos assim, não conseguem nem se livrar do próprio obsessor, de tanto que lhe deram permissão de invasão.
CONTINUA...
por Edenilson Francisco
EXU na Umbanda o Grande Mistério. Um Mistério? PARTE IV

CONTINUANDO ENTÃO ...
Infelizmente, creio eu, para alguns, Espíritos Exus (OS APELIDADOS DE) são, como todos os outros, apenas ES-PÍ-RI-TOS, podendo pertencer tanto ao gênero humano quanto ao elemental, mas espíritos e não deuses, orixás, senhores do sobrenatural, etc.Como por seus apegos à matéria permanecem em planos vibracionais bastante densos, próximos ao Plano Físico, a matéria astral que compõe seus corpos tende a ser densa, condensada, e, por isto mesmo, a exemplo de outros mais densos ainda e de menor nível evolutivo espiritual, têm uma certa facilidade de acesso, de tangência à matéria física de que somos formados e, desta forma, no caso de não se tratarem de Espíritos Exus Coroados ou Batizados SOB O PONTO DE VISTA DA UMBANDA (ponto de vista este que não é de agora e sim de muitos e muitos anos atrás), sendo amorais portanto, costumavam (e costumam ainda, infelizmente, por uma certa casta de humanos tão ou mais amorais que eles) ser buscados para trabalhos de "baixo-espiritismo" com efeitos mais rápidos. Também por esta facilidade de acessar a matéria física são contatados mais facilmente pela mediunidade, bem assim como podem dominar seus médiuns mais facilmente quando em processo de incorporação.
Pelas afirmativas acima explica-se o porquê de ser tão mais fácil "dar-se passagem" a espíritos desta categoria, deste nível evolutivo, do que a "Medalhões do Astral" - os verdadeiros, porque o que tem de mistificador se passando por medalhão por aí,passando mensagens que não passam pelo menor crivo de razão e sendo "engolidos" pelo que apresentam de fachada e não pelo que são de verdade ...
A todos esses que julgam conhecerem profundamente quaisquer das personalidades que se apresentam como Exus ou mesmo que assim não se apresentem mas são Exus por seus comportamentos, ideais, objetivos, eu faria uma simples pergunta:
- Você tem certeza de que conhece profundamente seu ou sua filha? Seu marido? Sua esposa e até mesmo seu pai ou mãe?
Claro que não! Ninguém pode dizer, racionalmente, que conhece profundamente qualquer outro ser que esteja encarnado e que, inclusive, viva sob seu próprio teto diuturnamente. Se disser que sim está sendo, ou ingênuo demais ou hipócrita!
E se não podemos conhecer profundamente sequer os encarnados que podemos ver e tocar todos os dias, quem é que pode dizer que conhece perfeitamente "seu" Exu, Pomba Gira, que são difíceis de serem conhecidos e compreendidos a fundo como seres independentes que são, e também qualquer outra entidade espiritual que pense por si e aja de acordo com seus próprios princípios e idéias de realidade (livre arbítrio)?
Isso você até poderia apelar para dizer que é um mistério, só que não é "um mistério exu" mas sim um mistério da vida, embasado nos mais diversos tipos de personalidades que se formam ao longo da existência de cada um.
Como se aprofundar no conhecimento sobre um determinado ser?
Só mesmo o acompanhando nas mais diversas situações (quanto mais melhor), analisando o que fala, o que prega no dia a dia e, principalmente, se seus atos estão de acordo com o que fala e prega em todas as ocasiões ou se a pregação é uma e as atitudes são outras.
Será que se pode fazer isto em relação a qualquer entidade espiritual? Acho "um pouco meio muito difícil demais", se é que você me entende.
Vamos tratar a partir de agora de LINHA ESPIRITUAL ou só LINHA a todos esses grupamentos de Espíritos que se enquadram na categoria de EXUS que, da mesma forma que Caboclos e Pretos Velhos, trabalham em falanges com diversos nomes, atraídos que são por semelhanças e sintonias, da mesma forma que nós aqui, os encarnados, costumamos nos reunir em grupos que "tenham algo a ver conosco".
Você sabe como, em princípio, criam-se diversos grupos de espíritos (falanges)?
Por assemelhação de intenções, de idéias, de forma de agir e reagir, de entender isto ou aquilo pela forma que aprenderam, e, dessa forma, por essas semelhanças, se criarem as amizades que os fazem trabalhar em harmonia uns com os outros ...
É da mesma forma que se juntam aqui em grupos, pessoas de mesma religião, que torcem por um mesmo time, que costumam se reunir para aquela cervejinha todos os dias a uma determinada hora e num mesmo local e que, a partir dessas semelhanças e reuniões, passam a conviver mais profundamente uns com os outros e até mesmo a criarem objetivos para o grupo, como nos casos em que se formam clubes sociais de amigos, times de futebol (ou outro esporte qualquer) para disputas entre amigos, podendo acontecer também daí as formações de pequenas empresas, cultos e até quadrihas criminosas se o pessoal for "da pesada".
Uma coisa é certa e deve ser OBSERVADA ATENTAMENTE: Nenhum espírito vai se unir a uma falange e, PRINCIPALMENTE ASSUMIR O NOME DELA se não tiver algo em comum com a filosofia/doutrina padrão desta falange. Isto não teria a menor lógica.
Ou você se sentiria à vontade unindo-se a um grupo religioso, por exemplo, que não tenha algo em comum com o que você tem como religião? Ou time? Ou idéias políticas? Ou a grupos em que os padrões de moralidade sejam muito diferentes dos seus?
Parou? Pensou bem sobre isto? Então continuemos.
Se você ainda não entendeu porque eu enveredei por estes caminhos vai perceber agora.
Repare que no início a LINHA dos ekuruns apelidados de exus dividia-se em diversas falanges que assumiam nomes como: Tranca Ruas, Sete Encruzilhadas, Marabô, Tronqueira, Sete Covas e outros mais, e os espíritos que se apresentavam davam como "nome próprio" o nome dessas FALANGES sem que nenhuma delas demarcasse claramente os aspectos da personalidade de cada um desses espíritos ou mesmo da filosofia central da falange em si. O que os punha como EXUS eram suas idéias e comportamentos que, estes sim, demonstravam o quanto se assemelhavam ao descrito como Exu africano.
De uns tempos para cá formaram-se falanges com nomes como MALANDROS, MALANDRINHOS, PELINTRAS (esta adotada dos Catimbós) que, claramente, pelo nome que assumem, já apresentam, de cara, o tipo de formação e filosofia que têm como central, ou seja: a malandragem, a pilantragem, porque não me venha dizer que um espírito passa a se chamar de pilantra ou malandro ou se unir a uma falange destas SE NÃO HOUVER ALGO EM COMUM entre ele e os demais, como já vimos acima, pois ninguém o faria de boa vontade.
Não vamos dar uma de "mães enganadas" que mesmo vendo seus "queridos filhinhos ou filhinhas" que apareçam em casa quase sempre com uma roupa novinha em folha, tenis da onda, chegam em casa em altas horas e sempre em estado alterado de consciência (leia-se bêbado ou drogado), sem estudar às vezes, ou trabalhar quase sempre, continua achando que "É MUITO NORMAL", é "COISA DA ADOLESCÊNCIA" e "quando ele crescer" vai mudar tudo isto!
Se acontecer é EXCEÇÃO e não REGRA; e que se agradeça muito a DEUS por esta exceção.
Já diziam os mais antigos, com muita sabedoria: "Diga-me com quem andas [ou o que fazes, complemento eu] que te direi quem és!"
Da mesma forma que as "mães enganadas" procuram sempre alguma coisa que não as leve a encarar a realidade e tentam justificar todos os atos desregrados de seus filhinhos pelo fato de que assim agindo entenderem erradamente que "os estão amando acima de qualquer coisa", há muitos entre nós que, mesmo estando de frente a um espírito que se auto-intitule MALANDRO, PELINTRA (pilantra), só pelo fato de os "amarem", normalmente por algum ou alguns êxitos que através deles conseguiram obter, passam a entender que eles não têm defeitos, que são divindades e até orixás, como já vi comentarem.
Desde quando um grupo de ESPÍRITOS DE LUZ, VER-DA-DEI-ROS, assumiriam como grupamento e nome, estes acima citados ou outros que poderiam criar como Zé TRAFICANTE, Joâo DOIDÃO DE PEDRA, Chico ASSALTANTE ... o que cairia mais ou menos no mesmo nível dos Malandros, Malandrinhos e Pilantras?
O que os levaria a assumir estes nomes que revelam categorias de comportamentos não adequados, que eu não compreendo?
Você, de sã consciência, se for alguém de caráter e personalidade reta, criaria ou se uniria a um grupo que tivesse o nome de "BANDIDOS DO ALÉM", por exemplo? Será?
Mas, como isso pode voltar a insuflar a Pelintromania principalmente, é sempre bom lembrar que existe evolução, mesmo dentro dessas falanges e que alguns espíritos podem, muito bem, crescer espiritualmente:
a) na medida em que adquirirem compreensão de suas condições atuais;
b) na medida em que deixarem de ser amorais;
c) na medida em que passarem a entender e praticar a filosofia da Umbanda por terem-na aprendido estando em contato com outros espíritos já BATIZADOS NA BANDA e com dirigentes e médiuns que saibam que trabalham com estes espíritos para os alavancarem para cima e não para baixo e que não se deixam enfeitiçar pelos fenômenos que eles podem produzir por suas situações de adensamento de matéria, como já explicamos antes, fenômenos estes que acabam criando DEVOTOS E FANÁTICOS deslumbrados que daí pra diante, seja o que lhes for "ensinado" por seus ídolos, passa a ser "verdade irrefutável".
Foi por isto que expliquei, ainda na PARTE III deste trabalho, que podemos encontrar até espíritos de uma certa boa condição evolutiva em falanges como estas, até porque É POR SINTONIA TAMBÉM, que os espíritos se achegam a nós para trabalharem e, dependendo do médium ...
O que não se pode é, por esses espíritos já "umbandizados", avaliarmos todos os da mesma falange que só pelo nome já nos traduz a que vieram, dizendo por conseguinte, que os demais, por seus comportamentos, ou não existem (são médiuns mistificando) ou são kiumbas disfarçados, porque "a coisa" não é bem por aí não e os que destoam são justamente os "umbandizados" (iniciados e aceitos como tal na Banda, pelo menos). Os demais continuam pensando e agindo de acordo com o padrão da falange que é AMORAL, lembre-se disto.
O que se sabe é que os espíritos, na medida em que se modificam interiormente e passam a aceitar e praticar a doutrina/filosofia da Umbanda, tendem a abandonar antigas falanges (grupamentos) e se acertar com novas outras. Neste caso, ou abandonam também seus médiuns (se eles permanecerem estáticos em suas crenças) ou passam a trabalhar como se outro espírito fosse, ou seja, dando outro nome, agora da falange a que se uniu. E se abandonam os médiuns, é principalmente porque nunca foram GUIAS DE FATO e sim PROTETORES enquanto com eles estiveram.
Vem daí, exatamente, o ensinamento de que o espírito Exu, ao evoluir e se desprender de sua falange, deixa de ser um Exu (isto fica muito claro pelo que já foi explicado sobre o porquê serem chamados de exus) e passa para outras falanges (outros grupos), podendo vir com outros nomes, novos comportamentos e ideais....
E que falanges poderiam ser estas para as quais passariam os antes Exus?
Da mesma forma que antes se uniam por semelhanças de idéias e ideais (aqueles antigos e em acordo com suas compreensões anteriores) ás falanges antigas, serão aceitos (ou se unirão) agora, em vista de tudo o que aprenderam sobre suas situações de ESPÍRITOS e também dos NOVOS OBJETIVOS que entendam estar em harmonia com seus jeitos de serem, em falanges nas quais melhor se adaptarem.
Levando-se isto em consideração, vemos que poderão adentrar a uma falange de Pretos Velhos, de Caboclos, de Oguns, de Xangôs, etc., LINHAS ESTAS de ESPÍRITOS TRABALHADORES e não DE ORIXÁS, como somos levados a entender pelos nomes a elas dados.
O que podemos observar então, por estas apreciações?
Que as diversas LINHAS de trabalho que atuam na Umbanda, também compostas de INÚMERAS FALANGES DE ESPÍRITOS, mantém nessas falanges espíritos de diversas categorias (inclusive ETNIAS) sendo muitos deles antigos espíritos Exus que, por terem evoluído, deixado de ser amorais, terem assumido novos e mais retos comportamentos, já podem assumir o nome da falange a que vai se unir e desenvolver novas formas de trabalho com isto.
Mas esta é apenas uma faceta da "coisa", porque mesmo dentro de LINHAS como de Ogum, Xangô, Oxossi, etc., ESTAGIAM diversos espíritos ainda em condição de EXUS, como auxiliares diretos dos que são de fato, merecedores de suas posições dentro dessas LINHAS e suas FALANGES.
A gente quase não os nota como Exus porque, ou atuam por fora (sem incorporarem) no auxílio direto a este ou aquele espírito Ogum confirmado, ou, mesmo que incorporem, já não agem mais como Exus (bebendo marafo, ou sendo amorais...). Agem sim, como mais um elemento da falange a que estão unidos, fazendo entender aos mais preocupados com as exteriorizações e menos com as vibrações energéticas, que são tão Oguns como qualquer outro, se bem que por observações sem idolatrias, podemos muito bem diferenciar um "Ogum Ogum", de um Ogum metá Exu ou Ogum Cruzado como os chamamos, valendo a mesma nomenclatura, tanto para Xangôs (metá Exu ou Cruzados), Pretos Velhos (idem), Caboclos (idem), etc. Daí eu repetir aqui que o simples fato de se estar em frente a uma entidade que dê um determinado nome (que é o da falange e não o dela) não ser segurança total de que se está em frente a uma entidade da Lei (já totalmente enquadrada na filosofia/doutrina da Umbanda). Podemos muito bem estar em frente a um metá, um cruzado ou ainda quimbandeiro estagiário, sem que estejamos nos dando conta disto, pelo acima exposto.
****************
Continua brevemente.
por C.ZEUS
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
MÃOS VAZIAS
Imagine uma Casa de Umbanda que não tem uma doutrina única e leva à cabo diversos rituais diferentes durante toda a semana. Um dia temos Omolokô, no outro Umbanda Esotérica, em outro Catimbó, e por ai vai.Levando-se em conta que, definitivamente, Catimbó (ou como gostam os neo-catimbozeiros, "Encantaria"), Candomblé, Torê, Xambá, etc, são religiões que nada têm com a Umbanda, como funcionariam as iniciações em um lugar como este?
Será que na hora que o médium adentra a corrente deve decidir se deseja ser iniciado em uma tradição específica ou é algo do tipo "pacotão" onde o sujeito pode escolher várias, quiça todas, as opções do "cardápio"? Deve ser mais ou menos como funciona a contratação de televisão por assinatura: você escolheo pacote básico e depois vai incrementando até chegar no "premium".
Existem "mestres" de "mão cheias", que resolveram inovar a religião e hoje se dizem "iniciados" e conhecedores profundos de todas as tradições religiosas de matriz afro-ameríndia. As mãos destes "mestres", na verdade, estão cheias é de contradições que, diga-se de passagem, jamais foram explicadas por eles à comunidade umbandista.
Os tais "mãos cheias", inclusive alguns "alabês" metidos à linguistas, ainda não tiveram a DIGNIDADE de vir a público explicar porque suas obras literárias, que dizem ter sido escritas por entidades no grau de "orixás menores, estão em um descompasso tão grande em relação ao que praticam efetivamente.
Será que tais "orixás menores" estão com as mãos tão cheias com os ebós e sangueanas que os dito cujos "mestres de mãos cheias" oferecem à eles, que não sabiam o que estavam escrevendo? As Verdades milenares que antes defendiam, para seus "cavalos", perderam o prazo de validade já que agora a regra é o "tudo pode"?
Antigamente, tambores, cartolas, capas, tridentes eram coisas de "kiumbas". A entidade "Zé Pilintra" era o "pilantra mesmo" e os Mestres de mesa do Catimbó/Encantaria eram, na concepção dos "mestres de mãos cheias" de hoje, o que de mais nefasto habitava o Astral.
Nos dias atuais, nenhuma destas coisas são de "kiumbas", o "mão cheia-mor" recebe Zé Pilintra e um outro "mestre-de-linha" desde que era criancinha, os "alabês pseudo-linguistas" escrevem textos defendendo a matança ritual (inclusive citando uma passagem da epístola de Paulo aos Coríntios, completamente fora do contexto), dezenas de animais diversos são sacrificados em ritos para "exus", as entidades que se apresentam como baianos, marinheiros e boiadeiros, outrora considerados kiumbas, hoje são seres da mais alta estirpe na concepção dos "mãos cheias".
O que impressiona é que centenas de juremeiros, candomblecistas, assim como adeptos do Omolokô e outras denominações, simplesmente esqueceram tudo o que o "mão cheia-mor" escreveu no passado sobre as suas práticas. Igualmente impressionante são supostos seguidores da Sagrada Raiz de Pai Guiné d'Angola, simplesmente jogarem no lixo tudo o que praticaram por anos em troca de "aranauans", títulos e honrarias diversas.
É... realmente as mãos destes "umbandistas" estão cheias, mas de contradições, desfarçatez, prepotência e falsa humildade. Graças à Oxalá por ainda existirem Mestres de mãos vazias.
OUVINDO AS VOZES DE ARUANDA
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
PERGUNTAS E RESPOSTAS
A mediunidade no espiritismo e na Umbanda são Iguais? e a minha dúvida é sobre o fato de os médiuns girarem no memento da incorporação; Por que isto ocorre?
A mediunidade é uma coisa só, seja na Umbanda, no Espiritismo, ou em outras
religiões espiritualistas. Assim os estudos da doutrina de Kardec ajudam
muito a compreendermos os fenômenos mediúnicos. Também acho a coleção - A
vida no mundo espiritual - do espírito André Luiz pelas mãos iluminadas de
Chico Xavier são leitura obrigatória. Entretanto há certamente algumas
peculiaridades nas manifestações da Umbanda. Isto pois as manifestações no
espiritismo são essencialmente mentais, ou seja, ocupam um espaço
energético determinado, a mente. Raras são as vezes que as manifestações
no espiritismo utiliza o corpo todo. Mesmo nas manifestações de
materialização essas manifestações são preponderam]ntemente mentais.
Pela natureza dos trabalhos da Umbanda os médiuns devem ativar os demais
chakras, devem, logicamente, ter a manifestação mental (a mais
importante), mas é necessário a movimentação de todos os chakras, pois
estaremos manipulando de forma não velada a matéria. Assim há uma
utilização mais intensa do ectoplasma (ectoplasma é a energia que todos os
seres encarnados possuem e que nos médiuns há a produção mais
quantificada). Desta forma a incoporação deve acionar o movimento, o corpo
e deve conseguir liberar quantidades massivas de ectoplasma. assim muitos
médiuns precisam girar para que haja um pequeno deslocamento de seu
duplo-etéreo de seus corpos físicos para que esta usina de ectoplasma seja
ativada. Entretanto isto não é obrigatório, algumas pessoas não têm esta
necessidade. Mas, sempre haverá movimento do corpo, pois todos os chakras
devem estar ativados pela inteligência espiritual para que o trablaho
mediúnico de Umbanda aconteça a contento. Quando uma entidade de Umbanda
vem para nos dar um recado, ou para ministrar algum ensinamento não haverá
a necessidade de movimento, uma vez que neste caso a manifestação sea
mental e não necessitará manipular elementos para a magia de Umbanda que é
a transmutação de estados psíquicos e espirituais além da própria
transmutação material (materialização e desmaterialização).
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Os médiuns e as pessoas "comuns", apesar do livre arbítrio estão sempre sujeitos à influências dos espíritos, bons ou maus?
Apenas, os médiuns são influenciados pelos espíritos. No entanto, segundo Allan Kardec, todos os seres humanos são médiuns. Acredito que quando nos referimos a médiuns, falamos daqueles que poderão trabalhar essa faculdade, criando um intercâmbio inteligível. No entanto, mesmo as pessoas que não possuem uma mediunidade dessa forma, podem sentir a presença e assim serem influenciadas pelos espíritos.
Mesmo aqueles ditos não médiuns, que nada sentem de influências espirituais poderão sofrer a influência uma vez que são da mesma essência. Assim, nos sonhos poderão ser carregados pelos espíritos, e mesmo os acontecimentos no entorno dessa pessoa podem influenciá-la. Desta forma, todos somos, mais ou menos, influenciados pelos espíritos.
Mesmo aqueles ditos não médiuns, que nada sentem de influências espirituais poderão sofrer a influência uma vez que são da mesma essência. Assim, nos sonhos poderão ser carregados pelos espíritos, e mesmo os acontecimentos no entorno dessa pessoa podem influenciá-la. Desta forma, todos somos, mais ou menos, influenciados pelos espíritos.
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O que é e qual a diferença entre a calunga pequena e a grande?
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Gostaria de saber sobre incoporação de entidades femininas através de medium homem, se isso o afeta de alguma forma ruím ou não.
Eu aprendi que poderia incorporar orixas femininos e os guias não poderiam.Gostaria de saber se isso é certo ou não.
Eu aprendi que poderia incorporar orixas femininos e os guias não poderiam.Gostaria de saber se isso é certo ou não.
Quando falamos de incorporação, nos referimos a entidades com outro nivel de valores. Claro que homem pode incorporar entidades femininas e vice- versa. Isto não causa nenhum tipo de auteração no carater ou na indole do médium, são tabus antigos, criados por pessoas sem conhecimento, lá no passado. Independente da identificação do genero da entidade, tudo no Universo possui uma contraparte oposta a que se revela em primeiro plano, e isto não faz com que pessoas do sexo masculino que incorporem entidades femininas deixem de ser "homens". A verdade é que no plano espiritual os valores que temos aqui na Terra, são muito errados. A incorporação não faz com que o espirito se "aposse" de você, mas faz com que "interaja", junto com sua conciencia, e se valendo dos movimentos de seu corpo para gesticular, e nunca em hipotese alguma, esta entidade o colocara em situação "ridicula", ou desonrosa. São coisas muito diferents e valores morais muito diferentes dos nossos.
Abraço.
Alan Levasseur
Abraço.
Alan Levasseur
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Gostaria de saber a diferença de um transporte para um descarrego ? Será que alguem me poderia me auxiliar nessa dúvida ...
Vou tentar responder da minha forma.
Quando uma pessoa está sendo vitima de uma atuação negativa de algum espírito invocado através de alguma magia,os guias espirituais vêem essa atuação através de cordões energéticos ligados desde a pessoa até esses espíritos negativados.
Numa sessão espiritual, quando o médium, orientado pelos guias espirituais, se aproxima da pessoa(as vezes ele toca a pessoa), o médium incorpora esse espírito negativo e logo em seguida ele é doutrinado através de dialogo com outros guias ou outros médiuns que estejam presentes durante a sessão.
Essa doutrinação varia de terreiro para terreiro, em alguns é dado uma vela branca junto com um copo de água, em outros é dado moedas, ervas,etc... Normalmente esses são elementos usados para anular o vinculo e a(s) ordem(s) negativas dadas contra a pessoa.
Aos Médiuns que tem facilidade de incorporar esses espíritos nessas ocasiões são chamados popularmente de "médiuns de transporte".
Um descarrego é necessário quando a aura da pessoa está carregada de energias nocivas a ela, seja por ela ter atraído isso devido ao negativismo de sua mente ou por alguma magia negativa feita contra ela. Alguns terreiros fazem o descarrego usando ervas(bate-folhas), amacís, defumações,banhos ,pólvora(quando a energia é muito pesada),etc..,e em algumas ocasiões é necessário fazer isso em algum ponto de força na natureza.
Quando uma pessoa está sendo vitima de uma atuação negativa de algum espírito invocado através de alguma magia,os guias espirituais vêem essa atuação através de cordões energéticos ligados desde a pessoa até esses espíritos negativados.
Numa sessão espiritual, quando o médium, orientado pelos guias espirituais, se aproxima da pessoa(as vezes ele toca a pessoa), o médium incorpora esse espírito negativo e logo em seguida ele é doutrinado através de dialogo com outros guias ou outros médiuns que estejam presentes durante a sessão.
Essa doutrinação varia de terreiro para terreiro, em alguns é dado uma vela branca junto com um copo de água, em outros é dado moedas, ervas,etc... Normalmente esses são elementos usados para anular o vinculo e a(s) ordem(s) negativas dadas contra a pessoa.
Aos Médiuns que tem facilidade de incorporar esses espíritos nessas ocasiões são chamados popularmente de "médiuns de transporte".
Um descarrego é necessário quando a aura da pessoa está carregada de energias nocivas a ela, seja por ela ter atraído isso devido ao negativismo de sua mente ou por alguma magia negativa feita contra ela. Alguns terreiros fazem o descarrego usando ervas(bate-folhas), amacís, defumações,banhos ,pólvora(quando a energia é muito pesada),etc..,e em algumas ocasiões é necessário fazer isso em algum ponto de força na natureza.
Nilo Coelho
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Queria saber como descobrir o meu protetor na Umbanda?
Você somente descobrirá seu protetor se desenvolver sua mediunidade, pois então ele poderá se manifestar e dar sua identidade. De qualquer forma o nome de seu protetor não deve ser nunca o mais importante. Sua fé em que ele esteja sempre a seu lado para orientá-lo da melhor forma possível e dentro de seu merecimento, deve predominar sempre.
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Estou curioso para saber sobre Ogum Mege. Preciso de informação sobre essa linha. Em segundo lugar quero saber informações sobre o caboclo Guardião dos Caminhos e se trabalha na linha de Ogum.
Em relação a sua primeira pergunta:
Ogum Mege não é uma linha e sim uma entidade. São caboclos, mas chamam a si mesmo de Oguns, assim como os caboclos da linha de Xango, chamam a si mesmo de Xangos. Ogum Mege é um dos sete Chefes de Legião da linha de Ogum. Os demais são: Yara, de Lei, Rompe Mato, de Malê, Beira Mar e Matinata. Estes não são incorporantes inclusive, mas se desdobram em outros sete que incorporam.
Em relação a sua segunda pergunta:
Guardião dos Caminhos não costuma ser nome de caboclo, mas se a entidade falou este nome, só ele mesmo pode dizer se trabalha na linha de Ogum.Talvez seja um protetor.Nunca ouvimos falar. Mas geralmente entidades com esse tipo de nome são exus.
Ogum Mege não é uma linha e sim uma entidade. São caboclos, mas chamam a si mesmo de Oguns, assim como os caboclos da linha de Xango, chamam a si mesmo de Xangos. Ogum Mege é um dos sete Chefes de Legião da linha de Ogum. Os demais são: Yara, de Lei, Rompe Mato, de Malê, Beira Mar e Matinata. Estes não são incorporantes inclusive, mas se desdobram em outros sete que incorporam.
Em relação a sua segunda pergunta:
Guardião dos Caminhos não costuma ser nome de caboclo, mas se a entidade falou este nome, só ele mesmo pode dizer se trabalha na linha de Ogum.Talvez seja um protetor.Nunca ouvimos falar. Mas geralmente entidades com esse tipo de nome são exus.
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Recentemente descobri que meu guia faz parte da Linha das Águas, e se chama Príncipe Nalfagibe. Gostaria de receber informações sobre ele.
Infelizmente não conhecemos essa entidade que dá o nome de Príncipe Nalfagibe. Geralmente as entidades manifestadas no povo das águas são caboclas ou caboclos do mar, com nomes tipo: Jandaya, Jandira, Jacyara, etc.
A única oportunidade de que temos notícia de entidades chamarem a si próprias de príncipes, é no ritual da cabala judaica, que nada em a ver com a umbanda, mas em seus rituais os 7 exus guardiões (7 Encruzilhadas, Tranca Rua, Giramundo, Marabô, Tiriri, Pomba Gira e Pinga Fogo), se manifestam como príncipes (Astaroth, Nambroth, Acham, Baal, Hasmodat, Lilith e Moloch).
Sugiro que você pergunte a essa entidade, se ele não teria outro nome para dar em terra.
A única oportunidade de que temos notícia de entidades chamarem a si próprias de príncipes, é no ritual da cabala judaica, que nada em a ver com a umbanda, mas em seus rituais os 7 exus guardiões (7 Encruzilhadas, Tranca Rua, Giramundo, Marabô, Tiriri, Pomba Gira e Pinga Fogo), se manifestam como príncipes (Astaroth, Nambroth, Acham, Baal, Hasmodat, Lilith e Moloch).
Sugiro que você pergunte a essa entidade, se ele não teria outro nome para dar em terra.
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Me disseram que estou muito negativa porque minha Iansã está predominando no lado negativo e isso está atrapalhando meu caminho.
Como deve ser de seu conhecimento Iansã é a contra parte feminina de Xangô. Desta forma, sendo um orixá, não nos pertence (não temos uma Iansã). E ainda sendo um orixá, não tem lados negativos (entendendo os orixás como as próprias energias criadoras, fazendo parte da própria divindade, que é só amor e compaixão).
Desta forma, não é possível um Orixá atrapalhar o seu caminho
Acredito que a terminologia usada na sua orientação foi, talvez, equivocada, ou, mais possivelmente, tenham querido dizer outra coisa, que não compreendi muito bem.
Desta forma, não é possível um Orixá atrapalhar o seu caminho
Acredito que a terminologia usada na sua orientação foi, talvez, equivocada, ou, mais possivelmente, tenham querido dizer outra coisa, que não compreendi muito bem.
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Como saber se sou médium umbandista?
O médium de Umbanda é aquele que tem um carma com a mesma por já ter trabalhado com magia em vidas pretéritas. Somente freqüentando um bom centro de Umbanda você saberá se tem mediunidade para ser desenvolvida na mesma. Vale também o seu coração, isto é, se você se sentir "em casa", num centro de Umbanda, com certeza é porque achou o seu lugar.
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Quando entro no terreiro não recebo nenhum guia. Mas percebo que ele esta "encostado" em mim. O que devo fazer?
Você é médium ou consulente na casa? Se é médium necessita de auxílio para seu desenvolvimento mediúnico, que deverá ser propiciado pela entidade chefe. Mas se você for consulente, não existe mesmo a premissa, na maioria das casas, que consulentes devam "incorporar". Neste caso você deveria também falar com a entidade chefe para ver a possibilidade de se tornar médium aprendiz da casa.
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Tenho muitas dúvidas a respeito de mediunidade. Como encontrar um bom lugar? Como sei se tenho mediunidade.
Existem muitos sintomas específicos de mediunidade, tais como: insônia, ou sono demais, tonturas, dores físicas sem causa aparente, especialmente dor de cabeça ou de estômago, angústia, batedeiras no coração, falta de ar, nervosismo, além dos mais óbvios, como visões ou escutar vozes, choros, etc.
Na verdade existe uma centena de sintomas, mas esses são os mais comuns.
Na Umbanda o bom lugar para se desenvolver é aquele onde se pratique a caridade pura e desinteressada, onde nada se cobre, nunca, por nenhuma caridade praticada e onde os médiuns não tenham o costume de beber para realização dos rituais, e onde só se trabalhe visando o bem das pessoas e da humanidade.
Isso seria o mínimo desejável.
Na verdade existe uma centena de sintomas, mas esses são os mais comuns.
Na Umbanda o bom lugar para se desenvolver é aquele onde se pratique a caridade pura e desinteressada, onde nada se cobre, nunca, por nenhuma caridade praticada e onde os médiuns não tenham o costume de beber para realização dos rituais, e onde só se trabalhe visando o bem das pessoas e da humanidade.
Isso seria o mínimo desejável.
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Sou espírita há muitos anos, mas poucas vezes eu consegui dar passividade às entidades. No entanto, quando vou a algum centro de umbanda, eu sinto tão fortemente o envolvimento das entidades, que chego a "passar mal". Quando vou receber o passe na umbanda, sempre acabo por "receber" entidades ligadas a umbanda com grande facilidade. Aí me dizem que tenho que trabalhar lá.
Aprendi no kardecismo que o médium é médium em qualquer lugar e está apto a "receber" tanto um irmão sofredor como um espírito mais esclarecido. Essa afirmação me criou um conflito: por que então não consigo ter a mesma facilidade nos trabalhos mediúnicos da casa espírita, com a mesma facilidade que tenho no centro de Umbanda?
Será que tenho compromissos espirituais com a Umbanda e não com a Doutrina Espírita? Ou são obsessores que me "pegam"?
Será que tenho compromissos espirituais com a Umbanda e não com a Doutrina Espírita? Ou são obsessores que me "pegam"?
Dar passividade no Kardecismo geralmente é mais fácil, ao contrário do que você diz, pelo fato do médium poder se concentrar e, especialmente, fechar os olhos. Por outro lado são poucos os dirigentes espíritas que tem o hábito de "ajudar" o médium a "incorporar", numa mesa de intercâmbio espiritual. Como o treinamento é feito num curso à parte, na hora do trabalho o médium está mais por conta própria, praticamente, e pode se tornar difícil.
Na umbanda existem duas possibilidades. A primeira é que quando você recebe o passe, ou, às vezes, durante o simples atendimento com as entidades manifestadas, as entidades da casa estão trabalhando no sentido de ajudá-lo a incorporar, para mostrar a você, eventualmente, que você tem a mediunidade, e aí fica mais fácil. É como se fosse um aviso.
Quando você passa mal, dentro de um centro de umbanda, não é, necessariamente, por estar cercada de obsessores (pode até acontecer de algum desafeto seu não estar muito satisfeito por você estar lá e em vias de libertar-se dele), mas mais freqüentemente, é a sua mediunidade em desequilíbrio, que capta, desordenadamente, as vibrações do ambiente.
A outra possibilidade é essa que você intuiu mesmo: o médium de umbanda é aquele que tem um carma com a magia. É aquele que já trabalhou com magia no passado e está preparado para esse trabalho no presente. É como se ele chegasse na "sua casa".
Agora, a coisa mais interessante de sua mensagem é a provável distinção que você parece fazer, do tipo: no kardecismo se recebem espíritos esclarecidos e na umbanda se recebem espíritos sofredores, etc. Essa premissa não corresponde absolutamente a verdade.
Em ambos os casos, as duas coisas acontecem. A diferença é que na umbanda, o médium não deve (e não precisa) receber obsessores e sofredores, pois eles são doutrinados na espiritualidade, ao contrário do kardecismo, onde a doutrinação começa na mesa de intercâmbio. Infelizmente algumas casas de umbanda ainda fazem "descargas", usando os médiuns, o que só serve para desequilibra-los, pois isso não é absolutamente necessário.
Os espíritos, bondosamente, se "vestem" para cada trabalho, dependendo da forma que nós, encarnados, estamos preparados para recebe-los. Uma mesma entidade pode se apresentar como Pai João na umbanda e como dr. Fulano de Tal no Kardecismo. Somos nós que fazemos as diferenças. São os nossos preconceitos, que as entidades compreendem e toleram, amorosamente.
A melhor coisa a fazer é seguir o seu coração e ficar na casa onde você se sinta mais à vontade. Pode ter certeza que, com maior ou menor dificuldade, a caridade que você vai fazer será a mesma, desde que realmente use a sua mediunidade de "incorporação". Mesmo porque a mediunidade não desenvolvida costuma trazer problemas físicos para o médium, um dia ou outro.
O importante é você procurar ficar numa casa séria, onde nada se cobre por nenhuma caridade praticada e onde nenhum ritual aconteça que possa causar qualquer tipo de constrangimento.
A História de Zé Boiadeiro - Como tudo Começou

Assim como todas as outras entidades que trabalham comigo Zé Boiadeiro foi um presente muito valioso que ganhei do Astral . Ainda tinha 14 anos quando essa Entidade começou a se destacar entre tantas outras em um terreiro de Umbanda . Fosse em uma desobsessão, em um passe, em uma palestra, desenvolvimento e auxilio aos irmãos, lá estava Zé Boiadeiro, humilde e carismático, conquistando seu espaço. Era cada vez mais freqüente seu crescimento e já havia filas para falar e passar por uma consulta com ele.
Ganhou presentes por graças alcançadas, roupas, curiadores, adornos por graças que ele tinha ido buscar as pessoas juntos aos anjos de Luz . Fez tanta coisa boa, que em uma dessas sessões acabou realizando algo a uma pessoa (ela diz ter sido um milagre), que recebeu uma promessa que iria ganhar uma Casa de Caridade para que ele pudesse ser maior do que já era .
Da inauguração da casa até os dias de hoje, Zé Boiadeiro ou seu Zé como gosta de ser chamado, mesmo como Guia Chefe Espiritual continua mostrando a todos nós que humildade, respeito e igualdade são coisas que se conquistam somente através de muito trabalho .
Continua encantando a todos com suas atitudes e gestos. Se doa de tal forma que disse não ligar perder toda a sua LUZ para que seus filhos sejam felizes sempre , mas sabemos seu ZÉ que Estrelas como o senhor jamais deixam de brilhar, pois seu brilho vem encantado com a energia que emana de Olorum, nosso criador .
Sua Luz aumentou muito, seus compromissos com a terra também, mas sempre consegue arrumar tempo para um aperto de mão, um abraço, uma palavra de conforto e carinho. A estrutura a sua volta aumentou, mas para ele nada mudou, pois incansável como sempre continua a iluminar o caminho de todos nós.
Muitas pessoas vem ao seu socorro, pois acreditam e sabem que ele pertence a uma elite de entidades que trabalham em nome de DEUS e da Umbanda. Passam horas a esperar por uma consulta, tamanho é o número de pessoas que o solicitam, mas sempre com paciência, arruma um jeitinho de atender a todos.
Transmite em todos os trabalhos muita paz ao espírito e segurança em cada atitude relacionada aos filhos e a todos aqueles que o procuram . Nada do que eu diga aqui , pode representar o que este Ser Iluminado significa para cada um de nós , tamanho é a sua grandeza e objetividade em ajudar e somar.
Divide sempre as honras e os méritos com todas as outras entidades e ainda ensina : Nada seria sem a ajuda de todos os meus irmãos do astral - Divido as alegrias e as graças alcançadas com todas as entidades de luz que trabalham a nossa volta e não me esqueço ainda dos irmãos da esquerda que nos dão tranqüilidade e segurança para continuar nossa luta.
Zé Boiadeiro é um ser com qualidades infinitas, matuto, esperto e inteligente sabe acariciar e repreender cada um em qualquer ocasião. Sorri, quando vê a casa com muita luz e se entristece com sentimentos mesquinhos, canta, dança, aplaude, chora, fala, se eleva a Deus, enfim luta por dias melhores em nossa Casa e na vida pessoal de cada um. Não é famoso como muitas entidades que aí estão, mas não importa pois é grande na Luz e na simplicidade de ser como todas as outras.
Passaria horas escrevendo e falando desse magistral ser de Luz que me acompanha desde meu nascimento; mas não há nada que eu escreva que possa demonstrar o tanto de carinho e respeito que sentimos por esse Mestre. Com a felicidade de poder contar com todas as minhas entidades (presentes enviados por Deus), me senti na obrigação, quando da construção desta página, de falar de alguém que merece todas as honras e homenagens de todos nós. Deste que foi o grande responsável por me conduzir à Umbanda e assumir meu posto de Pai com muito orgulho e Humildade.
Por tudo que tem sido seu Zé e pela satisfação de ser o médium que você escolheu entre tantos, me elevo a luz e te agradeço do fundo do meu coração pelas lições e aprendizados.
Guardiã Rosa Negra

A Pombagira Rosa Negra pertence à falange de Dona Rosa Caveira. Contou-me que sua última encarnação foi uma escrava em uma fazenda na Bahia. Adotou o nome Rosa por pertencer à falange de Rosa Caveira, e Negra, devido a sua última encarnação, como escrava, numa alusão à sua pele. Existem muitas Pombagiras Guardiãs, que se apresentam como mulheres negras. Como bela negra que era, sofreu muito com os abusos sexuais por parte de seu senhor e feitores. Para vingar-se, utilizava a magia negra contra o seus agressores. Morreu aos 28 anos, vítima de doença venérea. O desencarne, aliviou o sofrimento da carne, mas não o da alma. Dona Rosa Negra hoje, arrependida, dos males que causou com seus feitiços, trabalha para sua evolução como Pombagira na Falange de Dona Rosa Caveira. Não se interessa muito pelos romances, atua nos casos de proteção contra contra magos negros. Não recebe oferendas, pois age somente com o mando e permissão de Dona Rosa Caveira. Dona Rosa Negra se encontra hoje em paz, buscando evoluir cada vez mais.
Trabalha na linha das almas e faz parte da falange do Exú Caveira. Ela viveu aproximadamente á 2.300 anos antes de Cristo, na região da Mongólia, os seus pais eram agricultores e tinham muita terra. Ela era uma das 7 filhas do casal, seu nascimento deu-se na primavera e sua mãe tinha um jardim muito grande de rosas vermelhas e amarelas, que rodeava toda sua casa. E foi nesse jardim, onde ocorreu seu parto. Seus pais além de serem agricultores, também eram feiticeiros, mas só praticavam o bem para aqueles que os procuravam, sua mãe tinha muita fé em um cruzeiro que existia atrás de sua casa no meio do jardim, onde seus parentes eram enterrados. No parto da Rosa Caveira, a mãe estava com problemas, estava perdendo muito sangue e podendo morrer . Foi quando a avó da Rosa Caveira quejá havia falecida há muito tempo, e estava sepultada naquele cemitério atrás de sua casa, vendo o sofrimento de sua filha, veio espiritualmente ajuda-la no parto, conseguiu dar a luz a Rosa Caveira, e como prova de seu amor a neta, sua avó, colocou em sua volta, várias Rosas Amarelas e pediu a sua filha que a batiza-se com o nome de Rosa Caveira, pelo fato dela ter nascido em um jardim repleto de Rosas e em cima de um Campo Santo e também pela aparência astral de sua mãe que aparentava uma caveira. E em agradecimento a ajuda da mesma, ela colocou uma Rosa Amarela em seu peito e segurando a mão de sua mãe, a batizou com o nome de Rosa Caveira do Cruzeiro
Ela cresceu com as irmãs, mas sempre foi tratada de modo diferente pela suas irmãs, sempre quando chegava a data de seu aniversário sua avó ia visitá-la espiritualmente e por causa destas visitas e carinho que seus pais tinham a ela, suas irmãs começaram a ficar com ciúmes e começaram a maltratar Rosa, debochar dela, dizer que ela era amaldiçoada pois havia nascido em cima de um Campo Santo e seu parto feito por uma morta.E a cada dia que se passava, Rosa ficava com mais raiva de suas irmãs. Então ela pediu para seus pais, que ensinasse a trabalhar com magia, mas não para fazer maldade, mas sim para sua própria defesa, e ajuda de pessoas que por ventura a fosse procurar. Sua avó vinha sempre lhe dizer que ela precisaria se cuidar, pois coisas muito graves estariam para acontecer. Seu pai muito atencioso a ensinou tudo o que sabia, e também ensinou-a a manejar espadas, lanças, punhais. Sua mãe lhe ensinou tudo o que poderia ser feito com ervas, porções, perfumes, e principalmente o que se poderia fazer em um Cruzeiro.
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